MEMORIZAÇÃO: 3 TÉCNICAS SUPERPODEROSAS PARA SE LEMBRAR DE QUALQUER COISA EM INGLÊS OU EM QUALQUER ÁREA DO CONHECIMENTO (A #2 É MINHA FAVORITA)

Você quer um direcionamento simples e rápido sobre como reter mais conhecimento em menos tempo?

 

Você quer boas dicas de memorização sem precisar de conhecimento prévio ou ter que se aprofundar muito no assunto?

 

Você quer aprender coisas novas e úteis de forma acessível utilizando melhor o seu tempo de estudo?

 

Então leia esse texto até o final para saber de uma vez por todas quais são as 3 técnicas supersimples, rápidas e efetivas que farão você guardar na sua mente desde palavras novas para o seu vocabulário em Inglês, até as mais difíceis regras de gramática ou qualquer outra informação sobre qualquer outro tema na face desse planeta chamado Terra!

 

Além de um presente mega especial para ajudar você a aprender Inglês gastando bem menos tempo e esforço (totalmente grátis)!

 

Preparado?

 

Então compartilhe agora mesmo esse texto com todos os seus amigos enquanto você pode, salvando a vida de outras tantas pessoas que compartilham dasmesmas necessidades citadas acima (eles vão agradecer muito a você), e…


Let’s go!

 

 

NÃO

 

 

Um dos meus vídeos mais acessados no YouTube é sobre técnicas de memorização que uso no ensino do Inglês. E como sempre me pedem para que eu ajude com mais técnicas de memorização, especialmente para aumentar o vocabulário de Inglês como de forma mais simples, rápida e efetiva, resolvi fazer esse artigo. Mas antes de revelar as técnicas de memorização presentes nesse post, eu me sinto na obrigação de dizer O QUE NÃO É MEMORIZAÇÃO.

 

Afinal, por incrível que pareça, embora não funcionem, um número absurdo de pessoas usa determinadas técnicas que NÃO VÃO FAZER VOCÊ MEMORIZAR AS INFORMAÇÕES QUE VOCÊ QUER!

 

E o que é mais surpreendente, é que mesmo não funcionando, as pessoas continuam insistindo em usar essas mesmas técnicas!!!

 

Será que você é uma dessas pessoas?

 

Basta responder para si mesmo se você usa uma das técnicas abaixo. Mas vale ressaltar mais uma vez: ISSO NÃO É MEMORIZAÇÃO!

 

SOMENTE LEITURA

 

 

Eu faço questão de enfatizar o “somente” porque a leitura, de fato, é muito importante para a aquisição de conhecimento. Só que… NÃO É O SUFICIENTE!!!

 

O educador americano William Lyon Phelps tem uma frase muito pertinente para a nossa reflexão:

 

I divide all readers into two classes: those who read to remember and those who read to forget.

 

Tradução:

 

Divido todos os leitores em dois tipos: os que leem para lembrar e os que leem para esquecer.

 

As pessoas que leem para lembrar, certamente fazem algo a mais para que isso aconteça.

 

Já aconteceu com você de tentar abrir algum programa de computador, aplicativo ou ferramenta e dar de cara com o aviso “somente leitura”?

 

Se aconteceu, você certamente ficou muito frustrado…

 

Veja a seguir um trecho de Fernando Mesquita, especialista em concursos públicos, sobre isso:

 

Estudo não é leitura.

Estudo não é leitura.

As pessoas confundem isso. (…)

Estudar não é ler.

 

Se você abre o seu livro… você passa três horas na frente dele e você fecha o seu livro… você vai dormir e você acha que você estudou: você não está estudando.

 

O quê que é estudo?

 

Estudo é um processo complexo que usa a leitura como base para você produzir o seu material de revisão, para você resolver questões e avaliar a sua evolução.

 

Ler não é estudar.

 

Guarde isso.

 

Essa é uma das partes mais importantes nesse tópico que fala de estudos: ler não é estudar.

 

Guarde isso com você que isso é muito importante.

 

Veja o vídeo completo clicando agora mesmo no player abaixo.

 

https://www.youtube.com/watch?v=Hg8hJ78DMg4

E agora repita comigo: “Ler não é estudar”.

 

 

PAPAGAIO

 

 

Uma coisa engraçada sobre esse tópico é que eu estou refazendo essa parte (apaguei sem querer antes de salvar) e quando estive revendo algumas referências vi que o Mairo Vergara usa o mesmo exemplo que eu estou para dar agora: o telefone da avó.

 

 

Até hoje lembro de cabeça o número do telefone fixo da minha avó.

 

O segundo (que eu conheço pelo menos).

 

Eu, mesmo sendo muito pequeno (ok, eu era bem menor)  também conhecia na palma da minha mão o número do telefone anterior dela. Estava num papelzinho que eu segurava.

 

Mas nem olhava, porque o tempo que eu passava na fila daquele orelhão vermelho e amarelo (sim, havia uma fila enorme para falar no orelhão) até o momento que eu colocava a ficha (sim, isso era no tempo que se usavam fichas para telefonar pelo orelhão) eu tinha fresquinho na minha cabeça o algarismo que iria apontar em cada furo daquela roda que giraria (era assim que se discava) até eu poder dizer “Vovó… Vovó… Eu amu…”.

 

Mas por incrível que pareça, hoje não faço a menor ideia de que número era esse. Bastou a minha avó trocar de telefone.

 

E você?

 

Já ficou repetindo um número para o qual estava prestes a ligar e, algum tempo depois, não fazia a menor ideia de qual era o primeiro algarismo?

 

Pois é, isso é mais normal do que você pode imaginar.

 

Mas o mais impressionante é que, por mais que as pessoas estejam familiarizadas com esse tipo de situação, o método “papagaio” ainda é o preferido de muita (muita mesmo) gente.

 

Você já viu um papagaio falando?

 

Essa é uma capacidade maravilhosa para tal ave, não é mesmo?

 

Mas será que ele sabe exatamente que palavras são aquelas que estão saindo do seu bico?

 

Pois bem, o papagaio ainda está bem melhor do que muita gente que tenta memorizar algo repetindo a mesma informação à exaustão e tentando enfiá-la à força dentro da sua memória.

 

E depois nunca mais revisita o que estava tentando aprender.

 

Ou melhor, o que estava tentando lembrar sobre a prova do dia seguinte.

 

E assim a pessoa se lembra de fórmulas monstruosas de Química, Física, etc. mas não têm consciência sobre como usar essas fórmulas na prática.

 

O que acontece é que os números e as palavras como essas que você está lendo nesse exato momento não significam nada.

 

A gente é que, com o uso frequente, associa as formas e sons ao uso que se faz deles e se acostuma por sempre trazer esses símbolos e barulhos à tona no nosso dia a dia.

 

Mas se você pega um aglomerado de números e palavras e passa o dia repetindo, as chances são que a cada noite que se passa elas vão saindo de fininho (ou de supetão) da sua cabeça.

 

Afinal, se você não está usando, o seu cérebro entende que não é importante. E como tudo na natureza que não é considerado importante, é cortado fora.

 

Toda a informação que chega ao seu cérebro fica como se fosse no seu terraço ( a memória de curto prazo). Mas após uma noite de sono, o seu cérebro quer deixar o terraço limpinho trazendo somente o essencial para dentro (memória de longo prazo). Tudo o que é considerado “tralha” é jogado fora.

 

Assim como quando você recebe um estranho na sua porta não o convida logo para morar na sua casa de mala e cuia, o seu cérebro não traz informações novas para permanecer na memória de longo prazo sem um bom convívio.

 

Além do quê, se você não jogou algo no lixo é porque aquilo tem alguma importância para você, quer seja por causa da sua utilidade, quer seja por apego emocional.

 

Falarei mais sobre a importância da emoção logo mais abaixo, mas só para deixar bem claro: eu não me lembro de uma sequência ordenada de algarismo, mas da combinação certa que me leva até o telefone da minha avó.

 

A simples repetição momentânea está bem longe de funcionar, ao contrário da Repetição Espaçada que, basicamente, consiste em revisitar as informações que você quer lembrar antes que dê tempo de perdê-la de vez.
Se você quiser que eu me aprofunde na técnica da repetição espaçada, diga nos comentários que eu posso fazer um artigo falando mais sobre isso.

 

Para concluir esse tópico, eu gostaria de ilustrar que confiar na simples repetição é o que pode gerar casos como o da anedota:

 

Certa mãe, disse a seu filho, um tanto esquecido. Meu filho vá ao açougue e compre um pouco de sangue para eu fazer um prato especial

 

Lá se foi o menino repetindo “Tomara que haja sangue no açougue…”

 

Encontrou pela rua dois rapazes brigando, e ele repetindo alto “Tomara que haja sangue, tomara que haja sangue… Um senhor que ouviu a conversa do menino lhe adverte “Menino, em vez de você dizer tomara que haja sangue diga; tomara que se separem.  Tomara que se separem..”.

 

Passou em frente a uma igreja repetindo ”Tomara que se separem”, e neste momento desce um casal de noivos das escadarias e ele repetindo “Tomara que se separem… Tomara que se separem”

 

O padrinho ouviu e disse :”Menino, em vez de você falar tomara que se apartem, diga ‘Tomara que saia mais um’”.  “Tomara que saia mais um, tomara que saia…”  Passando em frente a uma casa, ia saindo um caixão de defunto e ele dizendo “Tomara que saia mais um, tomara…” Um senhor lhe diz “Olá menino em vez de você dizer tomara que saia mais um, diga tomara que não saia nenhum”. “Tomara que não saia nenhum…

 

E o menino  dizia”Tomara que não saia nenhum, tomara que…

 

Passando em cima de uma ponte, viu dois meninos se afogando e um senhor que tratava de tirá-los, e o menino esquecido dizendo “Tomara que não saia nenhum…

 

 

CTRL+C, CTROL+V

 

 

Você consegue se lembrar das coisas que simplesmente copiou e colou?

 

E por que acha que vai se lembrar das coisas, simplesmente por escrevê-las?

 

Tem gente que chega ao ponto de sempre tentar escrever simultaneamente cada palavra que deseja se lembrar de algum assunto enquanto está assistindo a uma aula, palestra, etc.

 

Normalmente, o resultado disso é, além de não funcionar, acabar atrapalhando ainda mais. Pois enquanto tenta copiar por escrito você acaba perdendo o fio da meada e deixa de absorver a essência do que está sendo dito.

 

Fora que você perde a oportunidade de interagir ou ir mais afundo no assunto.

 

Em seu livro Como Ter Uma Memória Superpoderosa, o americano especialista em treino da memória Harry Lorayne traz o seguinte trecho:

 

Muitas pessoas que conheço indagam-me invariavelmente por que não conseguem recordar-se de uma coisa, muito embora anotem por escrito tudo o que querem lembrar. Bem, isso é como perguntar por que não podem nadar direito, mesmo amarrando em torno do pescoço uma pedra de 10 quilos. É provável que o simples fato de realmente escreverem seja o motivo do esquecimento. Ou melhor, razão pela qual não se lembram em primeiro lugar. No que me diz respeito, a frase “esqueci” não deve constar da linguagem. Devia ser “não me lembrei antes”.

 

Não podemos esquecer algo que realmente não lembramo. Se anotássemos as coisas por escrito com a intenção de auxiliar a memória ou com o pensamento consciente de ajudar-nos a ser exatos com a informação, isto seria ótimo. No entanto, usar lápis e papel como substitutos para a memória (o que a maioria das pessoas faz) decerto não vai melhorá-la, A caligrafia talvez melhore, ou a velocidade com que escrevemos, mas a memória irá piorar, devido à negligência e falta de uso. Entenda, constumamos escrever as coisas somente por causa da recusa ou preguiça escessiva em dedicar tempo e um pequeno esforço para recordar. Oliver Wendell Holmes colocu a situação dessa maneira: Um homem precisa obter uma coisa antes de poder esquecê-la.

 

*Aqui há um jogo de palavras entre os termos get (obter) e forget (esquecer) impossível de traduzir (N. Da T.)

 

Por favor,tenha em mente que a memória gosta que confiem nela. Quanto mais confiamos na memória, mais útil cofiável ela se torna. Anotar tudo em um papel, sem tenta lembrar, contrapõe-se a todas as regras básicas para ter-se uma memória melhor e mais forte. Você não está confiando na memória, não está exercitando-a e seu interesse não está intenso o bastante para retê-la, se precisa escrever tudo.

 

Lembre-se que pode perder o papel ou o caderno de notas, mas não a cabeça. Se me permitem fazer uma pequena piada, se você perde a cabeça, não importa muito lembrar ou não, certo?

 

 

O QUE É

 

 

Certo, Cleydson! Até agora você só falou o que NÃO é memorização. Mas, afinal: O QUE É MEMORIZAÇÃO, então? – é o que você pode estar perguntando nesse momento.

 

E eis que eu respondo a você…

 

A palavra MEMORIZAÇÃO é um conjunto de operações voluntárias que têm por fim a fixação de certos dados pela memória.

 

Do Grego, mnemo significa memória.

 

Techne, arte.

 

Da união dessas palavras, nós temos Mnemotécnica.

 

(VAI MNEMOTÉCNICA!)

 

Ou seja, Mnemotécnica é a Arte que procura aumentar as faculdades naturais da memória, por meio de regras e métodos.

 

De acordo com o especialista em memorização Alberto Dell’isola, em seu livro Mentes Brilhantes – Como Desenvolver Todo o Potencial do Seu Cérebro:

 

Os gregos costumavam atribuir à memória dois princípios importantes: a imaginação e a associação.

 

Atualmente, nos campeonatos de memória, expandimos esses princípios em oito:Localização, Sinestesia (combinação de dois ou mais sentidos), Movimento, Simbolismo, Sensualidade, Humor, Desproporção/Exagero e Cores.

 

Assim, a criação de códigos poderosos de memória implica a criação de imagens mentais o mais vívidas possível. Lembra-se do ditado que dizia que uma imagem vale mais do que mil palavras. Se ela seguir as normas listadas anteriormente, ela valerá bem mais do que isso.

 

Baseado nas técnicas de Alberto Dell’isola, o poliglota e professor de Inglês Paulo Nideck destaca as principais dicas para você ter uma Supermemória:

 

  1. A memória é relacional – a gente tem que relacionar as coisas. (…) Essa é uma das grandes técnicas: é você entender estruturas, similaridades e categorias

.

  1. Não ter Multitasking – Fazer várias coisas ao mesmo tempo. (…) Tente fazer uma coisa de cada vez e assim a sua memória vai agradecer. E não só a memória também como foco. Você vai ter muito mais produtividade se você fizer uma coisa por vez. Então se você for estudar Inglês, estude somente Inglês.

 

  1. Flash Cards – Você pode fazer cartões pequenininhos. (…) Você anota, por exemplo, o verbo run (…) – que é correr em Inglês – aí do outro lado da cartinha você anota uma frase com esse verbo ou cara correndo (desenha um cara ou cola uma figura).

 

  1. Cola – Não no sentido de colar, mas é como se você estivesse fazendo uma cola. Então você vai fazer um resumo, anotando ali tudo o que é essencial e, curiosamente, na hora da prova muitas vezes você nem precisa.

 

Veja o vídeo completo do Paulo Nideck agora mesmo clicando no player abaixo:

 

 

 

3 TÉCNICAS DEMAIS (AS MENCIONADAS NO TÍTULO)

 

 

Ok! Ok! Ok!

 

Antes que você pense que o título era só um clickbait (uma armadilha para cliques), agora que você já está psicologicamente preparado para fazer o melhor proveito possível das técnicas lá vão elas…

 

 

#1 CONCRETO

 

 

Como disse Alberto Dell’isola conforme o trecho destacado acima: a criação de códigos poderosos de memória implica a criação de imagens mentais o mais vívidas possível.

 

Por isso até que os tópicos destacados estão sendo apresentados da forma mais concreta possível. Esse no qual agora você está, por exemplo, poderia ser descrito como “Concretude”, mas a palavra “Concreto” já traz consigo uma imagem bem sólida (desculpe o trocadilho).

 

A razão pela qual eu selecionei esse como o ponto Número 1 é justamente porque você só vai se lembrar daquilo que faz sentido para você. Lembra a história acima sobre o telefone da minha avó?

 

Nesse caso mesmo, o número 1 para mim significa prioridade. Só que você não faz ideia da dificuldade eu sempre tive com cálculos (renais inclusive).

 

Para mim, trabalhar com números era um pesadelo.

 

Já assistiu Matrix?

 

Sabe aqueles códigos que passavam nas telas?

 

Matemática para mim era aquilo.

 

E eu sempre achei um absurdo como é que as pessoas sempre se queixavam mais de Física do que de Matemática!

 

Aquilo, para mim, não fazia sentido algum!

 

A Física está explicando fenômenos que, na minha opinião, eram interessantíssimos. E os números sempre representavam tempo, distância, ou qualquer coisa que faz parte do nosso dia a dia.

 

E como eu sempre fui muito teórico, eu me deixava levar pelos raciocínios, teorias, possibilidades…

 

O meu blog pessoal e canal no YouTube se chamam MeuMultiverso!

 

Então, na Matemática, você podia me pedir para explicar os conceitos e a história por trás do que estava sendo ensinado. Mas na hora de fazer as continhas… Ou ter que aprender listas, placas, trabalhar com dinheiro… Eu só faltava arrancar os minhas lindas madeixas cacheadas.

 

E como se fosse pouco, ainda fui fazer exatas numa instituição federal.

 

Suicídio, né?

 

O que salvou a minha vida foram as técnicas que aprendi.

 

Hoje, pode parecer arrogância da minha parte, mas você pode cobrir a superfície que for de quantos números você quiser. Eu tenho a plena convicção de que, com um mínimo de esforço, eu consigo reproduzir dígito por dígito os números que me forem apresentados. De trás para frente se assim você preferir.

 

E eu certamente me divertiria muito no processo.

 

Eu sei que isso parece ser um grande blefe, mas se os números começarem a fazer sentido para você, tenho certeza que você também conseguirá fazer isso.

 

Quer experimentar agora?

 

Então, let’s go!

 

Observe os números a seguir:

 

2204710071020002610

 

O que você faria para tentar se lembrar da sequência de números acima?

 

Se me aprofundar muito nas técnicas que uso hoje, de forma superficial, vamos pensar primeiro no significado que cada número pode ter para você.

 

Para mim, particularmente, se eu isolar os números em si, eles podem ter os seguintes significados:

 

22        – Dois patinhos na lagoa

0          – Um donut

4          – O Quarteto Fantástico

71        – Dona Clotilde, do Chaves (a Bruxa do Setenta e Um)

007      – Bond, James Bond

10        – Ben 10

2000    – Nimbus 2000, a vassoura do Harry Potter

2610    – 26/10, data do aniversário de um dos meus irmãos

 

E aí?

 

Eu usei significados que os números acima têm para mim. Mas será que agora eles já representam alguma coisa para você também?

 

E como que eu faço para me lembrar da sequência dos números acima?

 

A resposta para isso logo será revelada, mas lembre-se que quanto mais vívidas e concretas forem tais representações, mais efetiva será a fixação em sua memória.

 

E a melhor maneira de torná-las bem vivas em concretas é usando VACOG, o que por sua vez é uma sigla que usa as iniciais dos nossos principais canais sensoriais, ou submodalidades da Programação Neurolinguística:

 

Visual                  – Imagens, sua intensidade, cores, etc.

Auditivo              -Sons, tons de vozes, ritmo, etc.

Cinestésico          -Sensação, textura, temperatura, etc.

Olfativo               -Cheiros, aromas, odores, etc.

Gustativo            -Gostos, sabores, degustação, etc.

 

Veja um vídeo meu completo sobre o que é VACOG clicando agora mesmo no player abaixo:

 

 

Se você aplicar cada item do VACOG a cada informação que você memorizar, ela vai ficar cada vez mais vívido e concreto.

 

Vejamos por exemplo, como se lembrar da palavra VACOG fazendo do mesmo jeito que pode ser feito para se lembrar de qualquer palavra em Inglês ou qualquer língua estrangeira.

 

A palavra VACOG soa como algo familiar?

 

Não?

 

Mas e se dividirmos em pedaços menores, como fizemos com os números?

 

VAC, não sei para você, mas para mim parece “VACA”. E OG, para mim parece o nome de um personagem da animação Mini Polegar o Yogui que era o cachorro mais feio do mundo e cobria a sua cabeça com uma casinha.

 

Mas se para você a segunda palavra não é vívida o suficiente, você pode imaginar um praticante de Yoga: iogue.

 

Agora, com o máximo de sons, sensações, cheiros e sabores, forme na sua mente uma imagem da associação entre as palavras vaca e iogue.

 

Você pensou numa vaca bem real fazendo Yoga?

 

Então, parabéns: você já chegou ao tópico Número 2.

 

 

#2 QUEBRA CABEÇA

 

 

Como eu já mencionei, estou usando substantivos concretos para nomear cada tópico. E a escolha de quebra cabeça é porque foi a melhor imagem que eu encontrei para representar algo que já estava sendo explorado, mas agora estou dando um destaque: a associação, encaixe.

 

Ligar os pontos.

 

Se para que você se lembre de alguma coisa, ela primeiro precisar fazer sentido para você, logo para cada informação nova que receber você deve conectá-la a alguma outra coisa que já faça parte do seu repertório.

 

É como se entre essa informação e a sua mente houvesse uma ponte. Uma linha reta pela qual ela precisa passar. E foi exatamente o que nós fizemos com aquela sigla dos campos sensoriais da PNL (Programação Neurolinguística). Lembra que sigla é essa?

 

Se você não se lembra exatamente de cada detalhes, não tem problema. Os detalhes que você lembra, naturalmente trazem os que você não lembra.

 

O que você mais precisa mesmo é de uma pista.

 

Veja o meu vídeo completo sobre uma aplicação dessa técnica com o Alfabeto em Inglês clicando agora mesmo no player abaixo:

 

 

 

Na pista da palavra que nós estamos querendo nos lembrar (caso você não tenha trapaceado) há uma vaca fazendo yoga. Ou uma vaca iogue. A mistura de vaca + iogue lembra a nossa sigla: VACOG.

 

Sim. Eu sei que uma vaca fazendo yoga é algo meio bizarro. Mas acredite, quanto mais absurda for essa imagem, mais fácil será de lembrar dela.

 

Afinal, as coisas corriqueiras são filtradas pelo nossa mente cujo foco está justamente no que pode surpreender você, como possíveis ameaças.

 

Você já se viu em algum lugar aonde não fazia a menor ideia de como chegou lá?

 

Agora quando algo inusitado acontece, até mesmo coisas que passariam despercebidas ficam registradas para sempre.

 

Pergunte a qualquer pessoa que viveu no tempo do ataque ao World Trade Center o que ela estava fazendo no momento do incidente que ela muito provavelmente dirá sem titubear.

 

Eu estava lavando a louça.

 

Esse foi um caso de repercussão internacional que foi acompanhado em tempo real pela mídia.

 

E quem acompanhou esse evento participou de um momento de emoção sem igual na história mundial.

 

No exemplo do número que nós queremos memorizar (não espie – é sério) nós já relacionamos imagens concretas e bem definidas.

 

E quanto mais elementos do VACOG nós acrescentamos a cada imagem, mais forte ela fica na nossa mente.

 

Agora para que a associação seja ainda mais efetiva, nós podemos conectar os elementos que representam os números em questão.

 

Por exemplo:

 

Os dois lindos Patinhos na Lagoa se veem um Donut doce e quentinho com um cheiro de dar água na boca e começam brigar por ele, puxando de um lado para o outro como num cabo de guerra enquanto gritam com suas vozes esganiçadas.

 

O Quarteto Fantástico se junta para lutar contra a Dona Clotilde do Chaves, que por sua vez se mostra um difícil oponente e com isso destroem toda a cidade fazendo o maior barulho até ela cair no esgoto frio e fedorento de boca aberta.

 

Vou começara simplificar e você realça como achar melhor: James Bond, entre os seus equipamentos tecnológicos, ativa a pulseira que transforma o Bem 10 em um alienígena e por objeto dá defeito transformando-o em cada um dos monstros ainda com o seu terno impecável.

 

A vassoura do Harry Potter voa numa velocidade supersônica e faz um pouso desastroso bem no bolo de aniversário do meu irmão estragando a festa e deixando tudo a maior bagunça.

 

E aí?

 

Eu não disse que a coisa vai ficando divertida?

 

A própria dinâmica, com o movimento que foi dado já é um intensificador para a memorização.

 

E para tudo ficar mais divertido e ainda mais presente na nossa mente, nós podemos pegar todas as associações que já foram feitas e conectá-las umas com as outras transformando tudo numa grande cadeia de eventos.

 

Aceita o desafio?

 

Então seja muito bem vindo à nossa terceira técnica principal.

 

#3 – ORDEM

 

 

“A arte da memória é como uma escrita interna (…) os locais são como tábuas de cera ou papirus, as imagens como letras, o arranjo e a disposição de imagens, como o script, e a gala, a recitação, como a  leitura… Os lugares permanecem na memória e podem ser usados novamente, muitas vezes…”

 

Rhetorica ad Herenium, de Cícero.

 

Para Cícero a memorização se resumia a simplesmente imaginar um ambiente e sair distribuindo cada item que você quisesse se lembrar em uma respectiva área desse ambiente. Depois, era só você repassar mentalmente cada parte desse ambiente e você encontraria os itens dentro de uma determinada ordem.

 

Esse método de memorização baseado em uma ordem, também é conhecido como Método das Jornadas ou Palácio da Memória.

 

No blog Mais Aprendizagem Ana Lopes, especialista em aprendizado, compartilha o passo a passo dessa técnica:

 

  1. Escolha um lugar bem conhecido
  2. Memorize o seu palácio
  3. Escolha as palavras ou conceitos que precisa memorizar
  4. Associe os conceitos às estações do palácio
  5. Revise mentalmente o trajeto com as memórias associadas

 

Veja o vídeo completo da Ana Lopes sobre o Palácio da Memória clicando agora mesmo no player abaixo:

 

 

A ordem pela qual você lembrará dos itens seguirá a sequência utilizada no Método das Jornadas.

 

E por falar em Jornada, o método milenar que já vem sendo passado de geração em geração para fazer com que as coisas sejam lembradas em uma ordem específica com princípio, meio e fim é simplesmente contar histórias.

 

E o que histórias tem a ver com jornada?

 

Tudo.

 

Só para não entrar demais no assunto, a forma de contar histórias mais efetiva, desde as lendas mais antigas, aos maiores sucesso de Holliwood é a Jornada do Herói, que se resume à seguinte sequência:

 

  1. O Mundo Comum
  2. O Chamado à Aventura
  3. Recusa ao Chamado
  4. Encontro com o Mentor
  5. O Cruzamento do Limiar
  6. Testes, Aliados e Inimigos
  7. Aproximação da Caverna Profunda
  8. Provação
  9. Recompensa
  10. Estrada de Volta
  11. Ressurreição
  12. Retorno com o Elixir

 

Veja agora mesmo um infográfico completo com a Jornada do Herói no site Viver de Blog clicando agora mesmo nesse link aqui.

 

Contudo, a Jornada do Herói não é obrigatória para você se lembrar dos itens da sua lista em sequência. Uma simples historinha boba com princípio, meio e fim já basta. De preferência, é claro, lançando mão dos artifícios apresentados acima.

 

Vejamos isso na prática com a sequência de números que nós estamos memorizando agora (SEM OLHAR):

 

Dois patinhos numa lagoa encontram um donut gigantesco e começam a lutar por ele com todas as suas forças.

 

Nisso, o Quarteto Fantástico interfere na briga separando os patinhos e levando o donut, mas a Dona Clotilde não gosta disso e desafia o Quarteto Fantástico para uma luta que destróis a cidade inteira.

 

Até perceberem porque aquela senhora era um oponente tão difícil: ela tira a máscara e revela que era o James Bond todo esse tempo e ele estava munido do acessório do Ben 10 que o fazia se transformar em alienígena, mas ele dá defeito.

 

Sem condições de continuar a luta, James Bond foge dali com a vassoura do Harry Potter e faz uma aterrisagem desastrosa caindo por cima do bolo de aniversário do meu irmão, estragando toda a festa e tendo que limpar tudo no final.

 

 

ENFIM

 

Responda sem olhar:

 

Você se lembra em sequência dos números que foram sendo memorizados por etapas ao longo das 3 técnicas?

 

Quais números foram os mais difíceis de lembrar e por quê?

 

Em que área da sua vida você pretende aplicar as 3 técnicas de memorização apresentadas nesse texto?

 

Deixe nos comentários as suas respostas nos comentários.

 

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Saiba mais:


http://blogdofernandomesquita.com.br/quem-e-voce/

https://en.wikipedia.org/wiki/William_Lyon_Phelps

https://www.youtube.com/watch?v=Hg8hJ78DMg4

https://www.youtube.com/watch?time_continue=1100&v=QCSqjijTsWA

https://www.facebook.com/fernandomesquita.escritor/photos/pb.502341586516985.-2207520000.1490025502./1306643036086832/?type=3

https://www.youtube.com/watch?v=h-CH-zLEXt8&t=452s

https://drauziovarella.com.br/corpo-humano/memoria/

https://en.wikipedia.org/wiki/Harry_Lorayne

Livro: Como Ter Uma Mente Superpoderosa – Harry Lorayne.

https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/memoriza%C3%A7%C3%A3o

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mighty_Man_and_Yukk

http://centrointegracaohumana.com/basico-em-pnl/

http://www.maisaprendizagem.com.br/palacio-da-memoria/

http://viverdeblog.com/jornada-do-heroi/

Livro: Mentes Brilhantes, Alberto Dell’Isola

 

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